As competições de drag racing são conhecidas em Portugal como provas de aceleração, estas provas têm como objectivo perfazer uma certa distância no menor tempo possível. Existem duas distâncias standard nas competições de drag racing, a de ¼ de milha que são aproximadamente 400 metros e a de 1/8 de milha que são aproximadamente 200 metros.
Este tipo de competição teve origem nos Estados Unidos da América nos finais da II Guerra Mundial, sendo a primeira corrida oficial da NHRA (National Hot Rod Association) realizada em 1953. As primeiras corridas a aparecer, as de rua, eram realizadas em aeródromos, estradas militares e todos os espaços com longas rectas que fossem pouco movimentados. Mas este tipo de competição já existe desde os anos 30, as corridas serviam para testar as capacidades mecânicas dos automóveis e as técnicas de condução dos condutores.
As corridas de drag racing estão ao alcance de praticamente todos os condutores. Este tipo de competição não implica que um condutor tenha obrigatoriamente que dominar o seu automóvel, tal como acontece no drift. As corridas de drag racing são realizadas em linha recta, sendo apenas necessário ter boa capacidade de reacção na altura do arranque e fazer uma passagem rápida de mudanças, mas sem dúvida o mais importante é ter em mãos um automóvel potente.
As competições de drag racing podem ser realizadas por automóveis, motos ou até mesmo barcos. Este é um tipo de competição que engloba diversas áreas de competição.
As regras do drag racing são muito simples, quando entram em competição os dois automóveis arrancam lado a lado após um sinal de arranque e ganha aquele que chegar primeiro ao final da pista. Mas nem sempre o primeiro a alcançar a meta é o vencedor existem provas de drag racing em que o que dita a vitória é o tempo de cronometragem e assim ganha quem fizer o menor tempo. Esse tempo só começa a ser cronometrado quando o automóvel arranca não contando para isso o tempo de reacção.
Antes de qualquer prova de drag racing começar é realizado um “burnout”. Após molharem os pneus numa caixa de água, os pilotos põem os pneus a derrapar de maneira a que os mesmos aqueçam e fiquem mais aderentes. Mas não é só os pneus que têm que ficar mais pegajosos, é também adicionado à pista uma espécie de cola, de modo, a que a pista fique também mais aderente. Esta técnica não se deve aplicar em pneus de estrada porque esses tendem a absorver a água.
Depois de se realizar um “burnout” os automóveis aproximam-se da zona de partida. Cada via tem os seus semáforos e à medida que o piloto de vai aproximando da zona de partida, um sinal amarelo é ligado e quando já estiver realmente na zona de partida o outro sinal é ligado indicando assim que já se encontra no devido lugar.
Após os automóveis estarem na zona de partida e prontos para arrancar, são ligados 3 sinais amarelos, ou em simultâneo ou então um após o outro seguindo-se o sinal verde que corresponde ao sinal de partida.
Se um piloto arrancar antes de o sinal verde aparecer, comete uma falsa partida e na via dele é ligado um sinal vermelho, não sendo essa partida valorizada. Também se pode ser desqualificado caso se entre na via do oponente. Qualquer uma destas violações leva à desqualificação, mas caso ocorram as duas numa prova em que um dos pilotos comete uma falsa partida e o outro entra na via do oponente, ganha o que cometeu a falsa partida.
Tal como acontece em outros desportos, as provas de drag racing são divididas por classes. Neste caso vai-se descrever as classes profissionais e as amadoras que são aquelas que geralmente se encontram nas concentrações tuning.
Apesar de se poderem encontrar várias classes nas provas profissionais de drag racing, as mais comuns são:
As classes amadoras estão sempre dependentes de quem as organiza, mas estarão sempre perto das referenciadas a baixo: